Nasci para servir-TE Senhor!
Todos os filhos de Deus são chamados para servi! Quando entreguei minha vida a Cristo eu Nasci para servi-Lo! Por isso Senhor Eis-me aqui! Usa-me como um instrumento em Tuas Mãos!
domingo, 1 de maio de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
A HISTÓRIA DE UM PAI E UM FILHO
Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o seu comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido. Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo:
- Se você, meu filho, mudar seu comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um belo carro de presente... Por causa desse carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar.
Mas, o pai, embora feliz, ainda tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversa sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel e isso poderia ser um mal sinal. O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou. Tinha sido aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel prometido.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote e, para sua surpresa, havia ali "apenas" uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado com o pai, e nada mais disse. A partir daquele dia, o silêncio e a distância separaram pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava noticias para a família.
O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Em todo esse tempo, as tentativas do pai para reatar os laços sempre foram em vão. Até que um dia o pai, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu e veio a falecer.
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, aquela Bíblia que tinha sido o último presente do pai, e que ele havia deixado para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia:
-"Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha o carro que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Agora, corroído pelo remorso, o filho cai em profundo pranto. E a carta ainda finalizava assim:
- "Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um cheque escondido.
- Se você, meu filho, mudar seu comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um belo carro de presente... Por causa desse carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar.
Mas, o pai, embora feliz, ainda tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversa sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel e isso poderia ser um mal sinal. O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou. Tinha sido aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel prometido.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote e, para sua surpresa, havia ali "apenas" uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado com o pai, e nada mais disse. A partir daquele dia, o silêncio e a distância separaram pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava noticias para a família.
O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Em todo esse tempo, as tentativas do pai para reatar os laços sempre foram em vão. Até que um dia o pai, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu e veio a falecer.
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, aquela Bíblia que tinha sido o último presente do pai, e que ele havia deixado para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia:
-"Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha o carro que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Agora, corroído pelo remorso, o filho cai em profundo pranto. E a carta ainda finalizava assim:
- "Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um cheque escondido.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O Verdadeiro Natal
Lucas 2: 1-7; 10 -14.
A festa do Natal é muito bonita. Muitas luzes enfeitam as cidades, os shoppings ficam repletos de pessoas comprando roupas, sapatos, e muitos presentes, pois não podemos passar essa data sem presentear os amigos e parentes. Não podendo esquecer as grandes ceias que fazemos para os mais chegados.
Mas será que o significado do Natal está em enfeitar as casas e as cidades? Ou será que o significado do Natal é dar e ganhar presentes? Será que o significado do Natal é fazer muitas comidas gostosas e nos confraternizarmos com as pessoas que amamos?
A história relatada em Lucas 2 você já conhece, já ouviu, já assistiu em algum filme ou desenho animado. Nesse capítulo encontramos o significado do verdadeiro Natal. O nascimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Com o passar dos anos o verdadeiro Aniversariante tem sido esquecido, e os presentes as luzes, as comidas e até o papai Noel tem sido lembrado no dia do Seu aniversário.
Não estou condenando as festas de Natal, nem a entrega de presentes, as comidas, mas no versículo 7 do capítulo 2 de Lucas diz que nas estalagens não havia lugar para eles, para o Salvador. Hoje nos nossos corações, nas nossas mentes, no nosso dia-a-dia não está havendo lugar para o Salvador. Andamos tão ocupados, cheios de tarefas, nossas agendas estão lotadas de compromissos, não temos mais tempo para nada.
Temos priorizado nosso tempo para ouvi-Lo? Para meditar em Suas Palavras? O Natal está se aproximando, e o que temos nos preocupados? Em engrandecer o Aniversariante no Seu aniversário? Em adorá-Lo e dá-Lhe a Glória devida? Ou em todas essas coisas boas como festa, presentes e comidas, mas que deixam de ser bênçãos quando passa a ser prioridade em nossas vidas. Os anjos no versículo 14 do mesmo capítulo reuniram-se nas alturas e o adoraram dizendo: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem”.
Que neste Natal ao prepararmos nossas ceias, ao colocarmos nossas luzes, ao entregarmos nossos presentes, tenhamos em nossas mentes e em nossos corações o verdadeiro Natal, O Natal do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Aniversariante, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, que se fez carne, habitou entre nós e se entregou morrendo na cruz, para que no grande dia, aqueles que entenderam Sua mensagem e O receberam como Senhor das suas vidas sejam presenteados com a vida eterna ao Seu lado.
E você ainda não O presenteou com seu coração? Não espere para amanhã, entregue sua vida a Ele, dê seu coração de presente ao Salvador e receberás o presente de passar a vida eterna ao Seu lado.
Que a nossa oração diária e não somente no Natal seja: Senhor muito obrigada, porque mesmo sem merecer o Senhor com Seu grande e infinito amor se fez carne para me presentear com a vida eterna ao Seu lado, quando eu merecia está onde há choro e ranger de dentes. Sou grata Senhor, por este amor que me transformou e me salvou. Glórias sejam dadas a Ti hoje e eternamente. Oro no nome precioso do Senhor Jesus! Amém!
Que Jesus Cristo o Aniversariante do Natal abençoe sua vida! Um Feliz Natal com Jesus nosso Senhor e Salvador!
Joselice Ramos dos Santos
sábado, 27 de novembro de 2010
Um Coração Grato
Texto Lucas 17: 11 – 19
Esse texto mostra mais um milagre realizado por Jesus quando estava passando pelo meio de Samaria e da Galileia. Aqui tinha dez homens que sofriam da mesma enfermidade, tinham lepra. Agora vamos imaginar a vida desses homens: Estavam com uma doença que não tinha cura, eram rejeitados pelas suas famílias, pelos seus amigos, e pela sociedade. Viviam em local separado para os leprosos, e quando alguém se aproximava deles, eles tinham que gritar: - leproso, leproso, leproso!
Problemas eles tinha de sobra, mas a esperança de ser curado não morria em seus corações. Então eles viram a solução de seus problemas entrando na aldeia. E quais foram as suas atitudes? Foram ao encontro de Jesus, mesmo ficando de longe, pois eles sabiam que era uma doença contagiosa, mas eles não deixaram que isso os impedissem de buscar solução para seu problema, então eles gritaram: - Jesus, Mestre, compadece-te de nós. Jesus olha para eles e diz: - Ide e mostrai-vos ao sacerdote.
Agora imagine se fosse você que fosse pedir ajuda e a pessoa dissesse ide e mostrai-vos ao pastor. Acho que você ia ficar com muita raiva, começaria a reclamar, dizendo que tinha pedido uma ajuda e aquela pessoa podia simplesmente falar uma palavra, fazer algo e naquele momento tudo seria resolvido, mas não, me manda ir ao pastor, o que isso vai resolver? O pastor não quer nem me ver, quer que eu fique mais longe possível. Pois é, às vezes as nossas atitudes nos fazem perder as bênçãos que Deus tem para nós, queremos tudo pronto e de imediato, e se não for do jeito que pesamos ou planejamos, não aceitamos.
Voltando para o texto os leprosos obedeceram e foram ao encontro do sacerdote, mas aconteceu que no meio do caminho eles foram purificados. Sim, foram curados! Mas agora vamos observar as atitudes desses dez homens. A Bíblia fala que um dos dez leprosos voltou dando glória e se prostrou diante de Jesus. E os nove, onde estavam? Muitos de nós somos como os nove e agimos da mesma forma com nosso Deus. Queremos tanto algo, pedimos, clamamos às vezes não nos cassamos de pedir a Deus e na hora que recebemos, não temos um coração grato, não voltamos para agradecer a Deus. Às vezes não é só a Deus que deixamos de ser gratos, mas também as pessoas que fazem tanto por nós. Pessoas que Deus coloca em nosso caminho para nos socorrer.
E Jesus qual foi sua atitude ao ver o único leproso que voltou? Jesus faz três perguntas: Não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove? Não houve, porventura, quem voltasse para dar glória a Deus, se não este estrangeiro? Jesus fica indignado com a atitude daqueles nove leprosos, que não tiveram um coração grato. Um coração grato alegra o coração de Deus. E aquele único leproso que voltou agora curado, teve uma atitude que honrou a Deus, e alegrou o coração do Pai.
Por mais que você esteja passando por dificuldades, que nesse momento você esteja clamando, Jesus tem a solução para seus problemas, entregue a Ele e descanse que na hora certa, no momento certo a solução vai chegar. Mas não se esqueça de ser grato, de perceber que Deus está no controle de todas as coisas, que está guiando e usando pessoas para te ajudar, para te apoiar, para te abençoar e agradeça a Deus. Se você acha que não, que Deus nem tem olhado pra você, que Ele tem tanta coisa pra se preocupar que não se importa com seus problemas. Você está muito enganado. Quando você foi gerado não foi por acaso, Ele te escolheu, te deu vida, te deu uma família, amigos, alimentos, roupa, e os livramentos que você nem percebe. Louve e agradeça a Deus pelo simples fato de ter acordado mais um dia, e ao deitar agradeça por Ele ter deixado você viver mais esse dia. Não se esqueça que um coração grato alegra o coração de Deus.
Que Deus continue abençoando sua vida!
Joselice Ramos dos Santos (Lice)
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
As Três Peneiras
As Três Peneiras
Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.
Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, chefe - diz Olavo, assustado.
- Então, - continua o chefe - sua historia vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?
- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - fala Olavo, surpreendido.
- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS, PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS, PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
domingo, 24 de outubro de 2010
Carmelita de Max Lucado
O ar quente pairava pesado na pequena capela do cemitério. Os que tinham leques usavam-nos para refrescar-se. Havia muita gente. As poucas cadeiras colocadas foram logo ocupadas. Eu encontrei um canto vazio de um lado e fiquei ali de pé, observando meu primeiro funeral brasileiro.
Sobre suportes no meio da capela tinha sido colocado o caixão e nele o corpo de uma mulher morta num acidente de carro na véspera. O nome dela era Dona Neusa. Eu a conhecia por ser mãe de um de nossos primeiros convertidos, Cesar Coutinho. Ao lado do caixão: Cesar, sua irmã, outros parentes e alguém muito especial com o nome de Carmelita.
Ela era uma mulher alta, de pele escura, quase negra. Naquele dia seu vestido era simples e seu rosto solene. Ela olhava fixamente para o caixão com seus olhos castanhos e fundos. Havia algo de nobre na maneira como ficava ali de pé ao lado do corpo. Ela não chorava aberta-mente como os demais. Nem procurava consolo com os outros enlutados. Ela só ficou ali, curiosamente quieta.
Na noite anterior eu acompanhara Cesar na delicada missão de contar a Carmelita que Dona Neusa morrera. Enquanto nos dirigíamos para a casa dela, ele explicou-me como Carmelita fora adotada em sua família.
Mais de vinte anos antes, a família de Cesar visitara uma pequena cidade no interior do Brasil. Eles encontraram ali Carmelita, uma órfã de sete anos, vivendo com parentes pobres. A mãe dela tinha sido uma prostituta. Ela nunca conhecera o pai. Depois de ver a criança, Dona Neusa sentiu-se comovida, sabendo que se não interferisse, a pequena Carmelita estava condenada a uma vida sem amor nem atenção. Por causa da compaixão de Dona Neusa, Cesar e sua família voltaram para casa com um novo membro.
Enquanto eu me encontrava ali na capela funerária e olhava para o rosto de Carmelita, tentei imaginar as suas emoções. Como a vida dela tinha mudado. Fiquei pensando se a sua mente revivia as lembranças da infância quando subira num carro e se afastara para viver com uma família estranha. Num momento ela não tinha amor, um lar, nem um futuro; no momento seguinte obtivera essas três coisas.
Meus pensamentos foram interrompidos pelo ruído de pés se arrastando. O velório terminara e as pessoas deixavam a capela para assistir ao enterro. Por causa de minha posição, bem no canto do prédio, fui o último a sair. Ou pelo menos pensei que fora. Enquanto andava ouvi uma voz suave atrás de mim. Voltei-me e vi Carmelita chorando silenciosamente ao lado do caixão. Comovido, parei na porta da capela e assisti o seu tocante "adeus". Carmelita estava sozinha pela última vez com sua mãe adotiva. Havia sinceridade em seus olhos. Era como se ela tivesse uma tarefa final a cumprir. Ela não se lamentou em voz alta, nem gritou de dor. Simplesmente inclinou-se sobre o caixão e o acariciou ternamente como se fosse o rosto da mãe. Com lágrimas silenciosas caindo sobre a madeira polida ela repetiu várias vezes, "Obrigada, obrigada".
Uma despedida final de gratidão.
Ao voltar para casa pensei que nós, de muitas formas, somos como Carmelita. Nós também somos órfãos amedrontados. Nós também não tínhamos nem ternura nem aceitação. E nós também fomos resgatados por um visitante compassivo, um pai generoso que nos ofereceu uma casa e seu nome.
Nossa resposta deveria ser exatamente a mesma de Carmelita, uma reação comovente de gratidão sincera pela nossa libertação. Quando ninguém mais daria por nós nem sequer o tempo de um dia, o Filho de Deus nos deu o tempo de nossa vida!
Nós também deveríamos nos colocar na companhia silenciosa daquele que nos salvou, e chorar lágrimas de gratidão, oferecendo palavras de agradecimento. Pois não foram nossos corpos que ele resgatou, mas nossas almas.
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